Tortinhas de maçã - R$ 4,89

22 de dezembro de 2017
Não sou o que se pode chamar de fã do Natal. Me incomoda o fato de as pessoas falarem o nome de Jesus e em seguida desfilarem frases preconceituosas. Também me incomoda aquela mesa cheia de bicho morto com cabeça e tudo. Também me incomoda esse negócio de concurso do parente mais abastado, que comprou o presente mais caro pro filho. Também me incomoda todo mundo comentando que fulana e sicrana engordaram. Mas gosto da parte boa. Da galera se reunir, se abraçar, comer até passar mal. 

Qualquer evento que envolva o verbo comer me anima! Das datas festivas, minha preferência é pela festa junina, porque NADA no mundo é melhor do que a combinação de quentão + milho + paçoca + cocada. Mas, no natal, eu não costumo comer muito. 

Minha primeira festa natalina sem comer carne, faz uns cinco anos, obviamente foi difícil. Eu me dei conta, sentada na mesa com todo mundo, que eu não poderia comer 99% dos pratos. Não sei qual é o motivo que faz as pessoas colocarem presunto até na salada. Tá escrito isso na Bíblia? Mas ok. Eu não faço escândalo na mesa e aceito bem as tradições e a cultura a que todos estamos submetidos. 

Nesse primeiro natal sem carne, cheguei a comentar com a minha mãe que só teria farofa e torta de palmito pra eu comer. Ela, maravilhosa e educadora como sempre, respondeu que era só eu levantar a minha bunda da cadeira e ir cozinhar outra coisa, em vez de reclamar. E aí está uma verdade. É muita folga a gente reclamar das coisas e não fazer nada. O mesmo vale pra qualquer um que tenha qualquer restrição alimentar ou vontades aleatórias. As pessoas não estão no mundo para te servir! Programa-se, peça um espaço pra avó na cozinha, compre os ingredientes, cozinhe e lave a louça depois.

No outro Natal, levei um tabule de quinoa (olha a riqueza da pessoa na época) e uns enroladinhos de berinjela. Todo mundo fez cara de nojo. E meus pais comeram junto comigo para não ficar chato. Então hoje eu faço isso. Se tô com vontade, inspiração e tempo, levo umas opções vegetarianas pra ceia. Senão, me contento em me afundar em farofa e torta de palmito. Afinal, eu comeria até pedra depois de litros de cerveja. 

Feita toda a introdução natalina, vamos à receita de hoje, que serve como uma ideia de sobremesa pra ceia. Pela foto, fica escancarada a minha falta de habilidade para produções manuais. Eu sempre quase reprovei nas aulas de educação artística, desenho e coisas relacionadas. Não tenho paciência nenhuma. Hoje eu até estava animada pra caprichar nas tortinhas de maçã, mas estou com trabalho pra entregar, mala pra arrumar, mercado pra fazer e ainda receberei visitas de noite! Então eu peço perdão pela ausência de delicadeza das minhas tortinhas, mas o sabor compensa, garanto!

A receita rende oito tortinhas, mas quando fui tirar a foto eu já tinha comido 3! hahaha

A receita rende oito mini tortinhas e me custou R$ 4,89. É importante lembrar que eu moro no estado que é o maior produtor de maçã do Brasil. Pago R$ 2,49 no quilo. Se você mora em Manaus, vai pagar mil vezes mais no preço da maçã e a receita vai ficar mais cara. Pode substituir por outra fruta, como peras ou pêssegos. Não pode ser por uma fruta que solte muita água, como abacaxi. 

Não estão super bonitinhas, mas o sabor é um sucesso! Pode confiar

Ingredientes da massa
⠂1 xícara de abóbora cabotiá cozida e amassada com um garfo
⠂2 xícaras de farinha de aveia
⠂3 colheres de melado de cana
⠂1/4 de xícara de óleo de girassol
⠂1 pitada de sal

Como fazer a massa
Misturar tudo numa tigela.

Prazer, essa é a massa!

Ingredientes do recheio
⠂2 maçãs grandes cortadas em cubinhos com casca e tudo
⠂1/4 de xícara de açúcar mascavo ou rapadura ralada (usei rapadura)
⠂1 colher de sopa de suco de limão
⠂1 pitada de sal
⠂canela a gosto
⠂1 colher de café de amido de milho (maizena) misturados a 4 colheres de sopa de água.

Como fazer o recheio
Numa panela, derreter o açúcar ou a rapadura. Em seguida, acrescentar os cubinhos de maçã. Quando eles já tiverem mais macios e quase transparentes, acrescentar o suco de limão, a canela, a pitada de sal e a mistura de amido de milho com água. Se não colocar o amido de milho, o recheio não vai ficar grudadinho e cremoso. Vai soltar muita água na hora de assar. 

O recheio tem que ficar bem cremoso!

Como montar tudo
Colocar o equivalente de 1 colher de sopa de massa em cada forminha. Preencher todo o fundo das forminhas e as laterais com a massa. Colocar o recheio por cima e fazer umas tirinhas bem fininhas de massa pra colocar por cima do recheio. Polvilhar canela por cima. Assar em forno já pre-aquecido a 200 graus por 40 minutos ou até a massa estar bem sequinha e crocante. 


💚💚Pra encerrar: neste natal, não fale mal de ninguém! Não desfile ódio. Não pense em comprar os presentes mais caros pros seus filhos e sobrinhos. Abrace as pessoas, seja gentil e coma mais vegetais! E MANDE OS HOMENS LAVAREM A LOUÇA!

Catchup caseiro - R$ 4,79

13 de dezembro de 2017
Ganhei uns cinco quilos de batata inglesa sem venenos. Na verdade foi minha mãe quem ganhou do pai agricultor de uma paciente do hospital onde ela trabalha. A pessoa que me colocou no mundo é técnica de enfermagem na emergência do maior hospital público da Grande Florianópolis. Sim, também não sei como ela aguenta. Mas não só aguenta como adora e ainda ganha toneladas de presente toda semana! Como ela anda meio cansada pra cozinhar, mandou as batatinhas pra essa que vos fala. 

Então, nessa semana, virei a louca da batata. Tô me sentindo na Segunda Guerra Mundial onde as pessoas se enfiavam em esconderijos por meses e só viviam de batata. Aliás, essa é uma das razões pra gente respeitar esse tubérculo. Fico b-o-l-a-d-a quando alguém me conta que não come batata porque engorda! Foi ela que fez povos e mais povos sobreviverem a invernos estilo Winterfell (fãs de Game of Thrones entenderão) e várias guerras. Além de ser uma delícia! 

Enfim, eu precisava pensar no que fazer com as minhas batatinhas. Fiz elas fritas naquela máquina maravilhosa chamada air fryer, fiz assada com alecrim, fiz purê de batata com linhaça, fiz chips de casca de batata, fiz caldo verde e ainda sobrou mais de três quilos! Como tô com visitas em casa, resolvi investir de novo nos petiscos e, pra dar uma incrementada, pensei: vou inventar um catchup caseiro arrasador pra comer com essas belezinhas. Quer combinação melhor do que batata com esse molhinho vermelho adocicado?

Eu não sei se você já fez catchup em casa, mas eu nunca. E tô até agora com o queixo no chão porque a receita é a coisa mais fácil e deliciosa do universo inteiro! Sério! Por que as pessoas perdem tempo comprando esses molhos prontos? A maionese de abacate já tinha mudado a minha vida. Mas agora, com esse catchup junto, está feita a revolução!

A receita não é minha. Eu peguei do livro Ingredientes caseiros veganos. Lá, a autora sugere que usemos extrato de tomate e água. Como nunca achei um extrato de tomate decente no supermercado, sempre vejo muito conservante no rótulo, substituí por uma lata de tomate pelado e cortei a água da receita. E como eu estou enlouquecida pelo sabor defumado (todo dia eu quase coloco fogo na minha casa pra defumar alguma coisa), acrescentei uma colherzita de páprica defumada. É opcional, mas eu achei que dá um sabor delicioso. Esse é um tempero bem fácil de achar e bem barato: 10 gramas custam menos de R$ 3. 

Então é isso! Agora vou colocar catchup até no feijão! Me aguarde! Mas, sejamos sensatos porque vai bastante açúcar na receita. E onde tem açúcar tem aquela placa piscando com a palavra "moderação"!

Ah! Os motivos pra você deixar de comprar catchup pronto e fazer esse são vários:

→Esse não leva um único conservante, aromatizante ou realçador de sabor, ao contrário dos industrializados.

→ Esse não leva toneladas de açúcar. A gente sabe a quantidade que tá colocando.

→ Esse é muito mais barato!

→É muito mais saboroso! Inacreditável de tão bom!




Ingredientes
⠂1 lata de tomate pelado sem conservantes (400g)
⠂1/4 de xícara de vinagre de maçã
⠂1/4 de xícara de açúcar demerara
⠂2 colheres de chá de sal
⠂1 colher de café de páprica defumada (opcional)

Observação: se quiser a textura mais consistente, acrescenta um pedacinho de inhame cozido.

Com vocês, os ingredientes. 

Modo de fazer
Pulsa tudo no liquidificador. Não bate como se fosse um suco porque vai deixar o molho muito líquido! Bate pouquinho! 

Validade: coloque num vidro e deixe na geladeira. Dura cerca de 2 meses!

Menu Masterchef por R$ 10

9 de dezembro de 2017
Antes de começar a descrever o meu menu metido mas com preço de PF, não custa lembrar que eu não sou chef de cozinha, nunca trabalhei com isso na vida, nem pretendo fazer curso em Nova Iorque e abrir um restaurante, ok? Minha comida é amadora. E assim que ela vai continuar sendo. Você não vai encontrar coisas inacreditáveis aqui. Tipo o que você sente quando come as espumas de formiga defumada do Alex Atala. O que eu mostro aqui são receitas e dicas de uma cozinha caseira, digna, em constante aprimoramento. Aliás, estou abertíssima a críticas e sugestões!

Como eu trabalho como repórter de gastronomia, aprendo uma coisinha aqui e outra li de tanto entrevistar as pessoas que entendem do negócio, e também me endivido comprando livros de culinária e adoro ver esses programas cafonas, tipo Masterchef. 

Aí você pensa: mas, Juliana, só tem bicho morto no Masterchef. Por que você vê? Eu respondo: Meu bem, sempre tem coisa pra gente aprender nessa vida. O que eles falam ali e vale pra picanha, eu coloco em prática com a berinjela amanhã, entende? E, além disso, tem muita dica boa. Foi com a Paola Carosella que eu aprendi que o feijão preto se cozinha por 17 minutos na pressão. Também aprendi que qualquer coisa que precisa dourar no forno tem que ser colocada numa forma baixa, tipo essas de pizza. Também descobri lá que leite de côco só se coloca pra finalizar as coisas. E assim por diante.

Nessa terça rolou a final do Masterchef. E não sei vocês, mas aqui em Floripa os restaurantes ficaram vazios. Parecia o dia do último episódio da novela Avenida Brasil, lembra? Enfim, eu não aguardei tão enlouquecidamente pela final porque não torcia pra nenhum dos dois finalistas. Então só torci pela melhor comida mesmo. Pra mim, a Irina foi o melhor dessa edição porque além daqueles cachos maravilhosos e do sotaque potiguar, ela colocava coentro, banana da terra e pimenta em tudo. E todo mundo que usa esses três ingredientes merece todo o meu amor e respeito! 

Para assistir ao episódio, tive que convencer meu digníssimo companheiro a ficar acordado pra ter com quem comentar (eu moro a 1h de distância de toda a humanidade) e resolvemos fazer um cardápio especial com cara de refinado. Na verdade, nós não resolvemos, eu o forcei. Bem-vindos ao meu lado autoritário. Aí pensei: vou tentar fazer num cardápio completo de entrada, prato principal e sobremesa, como a final do Masterchef, mas gastando só R$ 10 e servindo duas pessoas. Fui pensando nos ingredientes mais baratos que poderia encontrar e em algo que ficasse realmente saboroso. Ah! Eu queria algo brasileríssimo! Nada de quiche e essas frescuragens europeias. E cheguei na conclusão abaixo:


Só uma coisa: compre um mandolim! Sério! É aquele negócio de cortar coisas beeem fininho! Eu faço chips de qualquer raiz com isso quase todos os dias! E permite cortar qualquer vegetal, como a abobrinha, de forma a ficar fininha e crocante. O meu é daqueles bem podrões mesmo. Paguei uns R$ 35. 

Outra coisa importante: eu só gastei R$ 10 porque tinha as ervas todas nas meus vasinhos da varanda. Se fosse comprar hortelã, coentro e salsinha no mercado, iria ultrapassar o valor! E eu não incluí o valor do azeite na receita! Já falei uma vez aqui: os óleos só entram no cálculo dos preços quando uso mais de 1/2 xícara. Menos do que isso, é difícil de mensurar certinho. Vai do gosto de cada um... 

1. Entrada: Salada de abobrinha com chips de inhame


Ingredientes
1 abobrinha pequena cortada no mandolim
1 inhame pequeno descascado e cortado no mandolim
5 folhas de hortelã (peguei dos meus vasinhos da varanda)
uma pitada de sal
uma pitada de pimenta do reino/rosa moída na hora
azeite a gosto

Como eu fiz
- Cortei o inhame no mandolim, misturei os pedacinhos com uma pitada de sal e joguei na mágica air fryer, a fritadeira elétrica, por 12 minutos! Dá pra fazer a mesma coisa no forno! É só untar bem a fôrma e deixar cada pedacinho de inhame bem separado um do outro. Cuida pra não queimar! 
- Cortei a abobrinha no mandolim, joguei numa tigela e misturei uma pitada de sal, pimenta e um fio de azeite.
- Montei a salada em cada prato: coloquei as abobrinhas enroladinhas, quase como um canudinho, joguei as folhas de hortelã por cima e os chips de inhame! 

Dica: Em cada garfada, você precisa pegar um pedaço de abobrinha, um de inhame e uma folhinha de hortelã. O contraste de texturas é uma delíciaaaaaa!

2. Prato principal: Ceviche de banana da terra e acarajé assado 

Tá! Eu talvez tenha deixado o acarajé por tempo demais no forno! Mas é porque eu queria BEM crocante!

Ingredientes do ceviche
2 bananas da terra cortadas em cubos médios
1 cebola roxa cortada em meia lua
1 colher de chá de gengibre picado
suco de 1 limão
2 pimentas dedo de moça
um punhado de salsinha a gosto
um punhado de coentro a gosto
sal a gosto

Como eu fiz
Misturei tudo numa tigela e deixei marinando de um dia pro outro. Se você gostar da cebola crocante, como no ceviche peruano de verdade, deixe pra colocá-la um pouco antes de servir. Eu fico com muita azia, então prefiro deixá-la na marinada. 

Ingredientes do acarajé
1 xícara de feijão fradinho cru, deixado de molho por 48 horas, trocando a água a cada 12 horas. 
1 cebola ralada
azeite de dendê pra pincelar (se você for assar, como eu fiz) ou o suficiente pra fritar, se o dendê for barato na sua região. Aqui em Floripa custa uma fortuna. 
sal a gosto

Como eu fiz
- Bati o feijão fradinho com a cebola e o sal no processador. Tem que bater bastante, até ficar com consistência de uma massa. 
- Untei uma forma com dendê
- Peguei a quantidade de uma colher de sopa bem cheia da massa, e joguei na assadeira
- Pincelei um pouco do dendê em cada bolinho.
- Assei no forno pré-aquecido a 200 graus por 20 minutos. Quando deu 10 minutos, virei os bolinhos pra dourar do outro lado. 

3. Sobremesa: Pirâmide de abacaxi (Do livro "Colagens e Receitas", do chef francês Alain Passard)


Ingredientes
1/2 abacaxi maduro cortado em formato de pirâmide
1 limão
cerca de 40 gramas de melado de cana
cerca de 70ml de azeite
pimenta do reino a gosto
12 fatias de maçã verde cortadas no mandolim

Como eu fiz
- No liquidificador, bati o limão e o melado. Em seguida, acrescentei o azeite aos poucos, como se tivesse fazendo uma maionese. 
- Agora é só montar: peguei um prato de sobremesa, coloquei um pouco do molho no fundo e o abacaxi por cima. Depois, mais um pouco do molho no topo da pirâmide de abacaxi. Por último, fui colando as fatias de maçã nas laterais, com cuidado, e moí a pimenta do reino por cima de tudo. 

Dica: Essa sobremesa não é muito doce. É uma brincadeira entre o doce e o salgado. Se você estranhar, coloque mais melado no creme. Se o abacaxi estiver bem docinho, fica mais saboroso. 


Pra acompanhar, tomamos água com gás em taças de champagne porque não basta ser pobre, tem que se achar ryco!


Vegetais da estação mês a mês

4 de dezembro de 2017
O post de hoje é um pedido de muita gente. Já aviso que isso é só uma estimativa. A sazonalidade dos alimentos varia muito de região pra região, condições climáticas atípicas e tudo o mais. Então pode variar bastante. E também não custa lembrar que a lista que vou colocar abaixo são dos vegetais mais comercializados. Mesmo com a globalização, tem coisa que só tem no Norte do país, em tal e tal cidade. Tipo, cupuaçu! Aqui em Santa Catarina, pra minha tristeza, só encontro a polpa congelada!

E pode notar, os vegetais que estão fora de época costumam ser menos saborosos e caríssimos. Espia só o gosto e o preço do abacate agora em dezembro! Já as uvas, ficam com um preço mais acessível, pelo menos aqui. Se tiver uma safra boa, consigo pagar uns R$ 3 ou R$ 4 o quilo! Isso significa que vou almoçar e jantar uva durante todo o verão!

E por que comer alimentos da época?

→1. Ficam mais baratos.
→2. Ficam mais suculentos.
→3. Possuem menos agrotóxicos.


Esse é um dos hortifrutis aqui do meu bairro!


Janeiro
Frutas: abacaxi, carambola, coco verde, figo, framboesa, fruta do conde, laranja-pera, mamão, maracujá, melancia, nectarina e uva;
Verduras: alface, cebolinha, couve e salsa;
Legumes: abóbora, abobrinha, beterraba, pepino, pimentão, quiabo e tomate.

Fevereiro
Frutas: abacate, ameixa, carambola, coco verde, figo, fruta do conde, goiaba, jaca, maçã, pera, pêssego, seriguela e uva;
Verduras: escarola, hortelã e repolho;
Legumes: abóbora, gengibre, milho verde, pepino, pimentão, quiabo e tomate.

Março
Frutas: abacate, abacaxi, ameixa, banana-maçã, banana-nanica, coco verde, figo, fruta do conde, goiaba, jaca, limão, maçã, mamão, mangostão, nectarina, pera, uva, pêssego, seriguela e tangerina;
Verduras: acelga, alface, alho poró, coentro, endívia, escarola, repolho, rúcula e salsa;
Legumes: abóbora, abobrinha, berinjela, beterraba, cará, chuchu, gengibre, inhame, jiló, milho verde, nabo, pepino, quiabo e tomate (sei que não é legume, mas é estranho colocá-lo ao lado da banana).

Abril
Frutas: abacate, ameixa, banana-maçã, caqui, cidra, jaca, kiwi, maçã, mamão, pera, tangerina e uva;
Verduras: alface, alho poró, almeirão, escarola e repolho;
Legumes: abóbora, abobrinha, berinjela, beterraba, cará, chuchu, gengibre, inhame, nabo, pepino e tomate.

Maio
Frutas: abacate, banana-maçã, caqui, jaca, kiwi, maçã, pera, tangerina e uva;
Verduras: alho poró, almeirão, erva-doce, louro, nabo;
Legumes: abóbora, abobrinha, batata doce, berinjela, beterraba, cará, cenoura, chuchu, inhame, mandioca, mandioquinha, nabo e rabanete.

Junho
Frutas: carambola, kiwi, laranja-lima, mangostão, marmelo, mexerica e tangerina;
Verduras: agrião, alho poró, almeirão, brócolis e erva-doce;
Legumes: abóbora, batata doce, berinjela, cará, cenoura, ervilha, gengibre, inhame, mandioca, mandioquinha, milho verde e palmito.

Julho
Frutas: carambola, kiwi, laranja lima, mexerica e tangerina;
Verduras: agrião, alho poró, chicória, coentro, couve, erva-doce, espinafre, mostarda e salsão;
Legumes: cenoura, abóbora, batata doce, cará, ervilha, inhame, mandioca, mandioquinha, milho verde, nabo, palmito, pepino e rabanete.

Agosto
Frutas: banana-nanica, caju, carambola, kiwi, laranja pera, lima, maçã, mamão, mexerica, morango e tangerina;
Verduras: agrião, alho poró, brócolis, chicória, coentro, couve, couve-flor, erva-doce, escarola, espinafre, mostarda e rúcula;
Legumes: abóbora, abobrinha, cará, cenoura, ervilha, fava, inhame, mandioca, mandioquinha, nabo, pimentão e rabanete.

Setembro
Frutas: abacaxi, banana-nanica, caju, jabuticaba, laranja-lima, laranja-pera, maçã, mexerica, nêspera, tamarindo e tangerina;
Verduras: alho poró, almeirão, brócolis, chicória, couve, couve-flor, erva-doce, espinafre, louro e orégano;
Legumes: abóbora, abobrinha, cará, ervilha, fava, inhame, pimentão e rabanete.

Outubro
Frutas: abacaxi, acerola, banana-nanica, banana-prata, caju, manga, coco-verde, jabuticaba, laranja-pera, lima, maçã, mamão, nêspera e tangerina;
Verduras: alho poró, almeirão, brócolis, catalonha, cebolinha, chicória, coentro, couve-flor, erva-doce, espinafre, folha de uva, hortelã, mostarda e orégano;
Legumes: abóbora, abobrinha, alcachofra, aspargos, batata doce, berinjela, beterraba, cenoura, cogumelo, ervilha, fava, inhame, pepino, pimentão, rabanete, tomate e tomate-caqui.

Novembro
Frutas: abacaxi, acerola, banana-nanica, banana-prata, caju, coco verde, framboesa, jaca, laranja-pera, maçã, mamão, manga, maracujá, melancia, melão, nectarina, pêssego e tangerina;
Verduras: alho poró, almeirão, brócolis, cebolinha, endívia, erva-doce, espinafre e folha de uva;
Legumes: abobrinha, aspargos, berinjela, beterraba, cenoura, inhame, maxixe, nabo, pepino, pimentão e tomate.

Dezembro
Frutas: abacaxi, ameixa, banana-prata, cereja, coco verde, damasco, figo, framboesa, graviola, kiwi, laranja-pera, limão, lichia, maçã, manga, maracujá, melancia, melão, nectarina, pêssego, romã e uva;
Verduras: almeirão, cebolinha, endívias, erva-doce, folha de uva, hortelã, orégano, rúcula, salsa e salsão;
Legumes: abobrinha, beterraba, cenoura, pimentão, tomate e vagem macarrão.